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OURO DE TOLO: Polícia Civil de Roraima desencadeia operação para desarticular quadrilha especializada em roubo de ouro em garimpos

Publicada em: 10/12/2025 08:27 -

Ao todo, a operação executa 22 ordens de busca e apreensão e oito mandados de prisão em diferentes regiões do país / Foto: Divulgação/PCRR /

A PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio da DRACO (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas), deflagrou nesta quarta-feira, dia 10, a Operação Ouro de Tolo, visando desarticular uma quadrilha interestadual especializada em roubos em área lá de garimpos e roubo de ouro em diferentes regiões do país.

A ação é coordenada pela PCRR, com o apoio integrado das Polícias Civis dos Estados de São Paulo (SP), Pernambuco (PE), Maranhão (MA), Pará (PA) e Amapá (AP), onde foram cumpridos mandados simultâneos. Ao todo, a operação executa 22 ordens de busca e apreensão e oito mandados de prisão.

Segundo o delegado titular da DRACO, Wesley Costa de Oliveira,  e responsável pela coordenação da operação, o grupo criminoso é investigado por promover assaltos armados em garimpos situados em diversos estados brasileiros, utilizando armamento pesado e logística organizada para o roubo de grandes quantidades de ouro.

"Estamos desarticulando uma quadrilha que agia de forma violenta e altamente lucrativa, roubando ouro de garimpeiros em vários estados. Essa atividade criminosa se expandiu de forma profissional, com uso de armamento pesado e inteligência estratégica, colocando em risco a vida de pessoas que buscavam sustento no garimpo", disse o delegado.

Atuação em Roraima

Em Roraima, a operação foi realizada nos municípios de Boa Vista, Bonfim e Rorainópolis.

Em Bonfim a ação ocorreu sob a coordenação do delegado Hugo Cardias. Em Rorainópolis, quem coordena os trabalhos é o delegado Hans Hellebrandt.

Em Boa Vista, ação contou com a participação dos delegados da DGH (Delegacia Geral de Homicídios), Luiz Fernando e Carlos Henrique; do NIPD (Núcleo de Investigação de Pessoas Desaparecidas) delegado Jean Daniel; do 2º DP, delegado Ricardo Daniel; e do 1º DP, delegada Jéssica Muniz e do 4⁰ DP, Jonathan Freese.

Operação Ouro de Tolo

O nome “Ouro de Tolo” faz referência à falsa impressão de riqueza que os criminosos acreditavam ter alcançado roubando ouro de garimpeiros. Assim como na expressão popular, o que parecia fortuna mostrou-se sem valor real diante da ação policial: o produto do crime não trouxe benefício algum e terminou levando os integrantes da quadrilha à prisão.

DA REDAÇÃO

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